sábado, setembro 12, 2009

Bebida, cigarros e nenhuma mesa de bar

Foi em casa que ela encontrou conforto. No corpo magro do marido descobriu o prazer verdadeiro, quente, irracional, amoroso, alucinante. Em pé, na cozinha, abriu a geladeira, pegou outra cerveja preta e acendeu um cigarro. Deu um gole. Doce como os momentos que a esperavam naquele quarto, naquela cama, com aquele homem, que seria para sempre o seu grande amor, o amante, o companheiro, o amigo, o pai de sua filha. Mais um trago e foi se deitar.

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