segunda-feira, setembro 12, 2011

Cinema

TAKVA (2006)



Hoje assisti "Takva", um filme turco dirigido por Özer Kiziltan. Takva conta a história de um homem humilde, Muharrem, que vive sozinho e dedica sua vida ao trabalho numa empresa de plásticos e ao Islã ortodóxo. Adepto da abstinência sexual, Muharrem é atormentado em seus sonhos pelas tentações do sexo. Um homem puro e com um grande coração, ele atrai a atenção do líder de uma ordem islâmica rica, poderosa e radical, que convida Muharrem para servir à Alá executando um trabalho mundano, a cobrança e administração das dezenas de imóveis residenciais e comerciais que a ordem possui na cidade. Muharrem aceita com receio de não conseguir servir à Alá. Seus conflitos e tentações aumentam à medida que ele se dedica mais e mais ao trabalho. Um filme sensível, honesto e diferente de tudo que já assisti.

Fica a dica para quem gosta de conhecer novas visões de mundo.

domingo, setembro 11, 2011

Lugares exóticos

Pamukkale, Turquia



Pamukkale ("castelo de algodão", em turco) é um conjunto de piscinas termais de origem calcária que com o passar dos séculos formaram bacias gigantescas de água que descem em cascata numa colina, situado próximo a Denizli, na Turquia.



A formação do Pamukkale deve-se aos locais térmicos quentes por baixo do monte que provocam o derrame de carbonato de cálcio, que depois solidifica como mármore travertino. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pamukkale)

sábado, março 12, 2011

Conto do fazendeiro que amava uma mulher

Esta é a história de um fazendeiro humilde, velho, que conserva um amor platônico por uma mulher desde a infância. Ele nunca se casou e hoje vive só na casa dos pais, que já morreram. A mulher é viúva, velha e já tem netos. Todos os dias, quando vai à cooperativa vender o leite tirado em sua fazenda, observa a mulher voltar do mercado com uma sacola de verduras e legumes para o almoço. Ela esboça um sorriso cansado, porém terno, e ele acena com o chapéu fazendo curvando a cabeça para baixo.

O fazendeiro sempre fica inquieto, sente vontade de se aproximar cada vez que a vê. Mas, não tem coragem. Ela ficaria chocada caso ele se declarace. Em seu interior, esse homem a ama com toda sua força, como se ainda fosse jovem e ambos tivessem a vida inteira pela frente.

O desejo de declarar-se crescer e, entre seus devaneios de encontrá-la e declarar seu amor a ele, os dias passam e a viúva adoece e fica acamada. Ao saber da situação na qual a mulher encontra-se, o fazendeiro toma a decisão de visitá-la e finalmente fazer sua declaração de amor.

Fica surpreso (e frustrado) ao encontrar a casa dela cheia de pessoas, amigos e familiares. Mais uma vez, não consegue declarar seu amor. Ao vê-lo, ela demosntra a satisfação pela visita inesperada. Porém, está fraca e não consegue mais falar.

O fazendeiro vai embora derrotado e afunda-se em seus devaneios. Passa a visitá-la diariamente, não mais do que 20 minutos. Certo dia, ele chega e a filha mais velha da senhora deixa-os a sós no quarto para buscar um café. Naquele momento, a senhora faz sinal para ele se aproximar e tira sob o travesseiro um papel velho, dobrado, entregando-o ao homem.

A filha retorna trazendo o café. Imediatamente, ele guarda o papel no boldo do paletó. Fica ansioso para ir embora e ler. O que poderia ser? Estaria ela precisando de alguma coisa?

Ao chegar em casa, abre com cuidado aquele pedaço de papel e percebe que é antigo. A tinta das palavras desbotada e um pouco borrada não o impede de ler. E assim, o fazendeiro descobre que o tal papel é um bilhete escrito por ele e deixado, anonimamente debaixo da carteira dela, no grupo onde estudavam.

Já se passara mais de 70 anos... Como ela sabia que aquelas poucas linhas foram escritas por ele? Não havia assinado e eles nem se falavam na época, o que era comum na época. O que isso significa?, pensou. Por que ela guardou esse bilhete por tantos anos? Mesmo casada, ela o guardara.

Foi então que sua mente tornou-se lúcida, ao lembrar-se do olhar dirigido a ele no momento em que colocou em suas mãos aquele papel dobrado. Ela o amava. Assim como ele, cultivara um amor platônico, velado pelo respeito e pela distância.

Assim, aquele homem cansado percebeu que não precisava mais se declarar e continuou a visitá-la todos os dias, metodicamente, no mesmo horário. Sentava numa cadeira em seu quarto e fitava-a na cama. Não podiam trocar palavras, mas elas não eram mais necessárias. Seus olhos diziam o que o coração de cada um precisava.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Filosofando: Trabalho

"Trabalho, trabalho,
Novo trabalho, trabalho novo trabalho."
Mundo Livre SA


Trabalho é aquilo que ocupa o tempo e dá sentido à vida dita "moderna". Por ele, as pessoas fazem ou deixam de fazer. São horas sentada, ou em pé. O tempo passa tão rápido que não se percebe. Do despertar ao adormecer, vivemos do trabalho e para o trabalho. Estamos sempre fazendo um trabalho ou usufruindo do trabalho alheio ou ambos. Isso ocorre a todo momento. Se estou sentada à frente do laptop em casa escrevendo neste blog, não estou trabalhando, mas estou usufruindo do trabalho de outras pessoas. Pessoas que nem sequer conheço. Homem, mulher, adolescentes, velhos ou crianças. Não importa.

Trabalhamos para consumir. Consumimos porque somos manipulados o tempo inteiro. Nascemos consumindo e morremos consumindo, numa sociendade na qual é necessário haver sempre um objeto de desejo. Nesse mundo, não importa o que sou, mas o que pensam que sou. Ninguém quer te conhecer de verdade. Se perguntam como está você, não querem uma resposta verdadeira. Vivemos na época da imagem. Infelizmente, toda imagem pode ser produzida. Há que se lutar para ser em meio aos que vivem para ter.

Wake Up

Este é o primeiro video. Vale a pena ver todos.

http://www.youtube.com/watch?v=XFbvTl20Cxg

terça-feira, novembro 10, 2009

Insônia maldita

Mais uma madrugada vagando pela casa. Cabeça pesada, corpo cansado, olheiras e muita ansiedade. Esta maldita insônia não me deixa em paz. Ler e escrever são as únicas coisas que me restam a fazer nestas horas intermináveis que se arrastam madrugada afora.

quarta-feira, setembro 16, 2009

Meu ídolo nos anos 80 morreu

Meu ídolo nos anos 80 - Patrick Swayze - morreu hoje. Estou triste. Dirty Dancing marcou uma das melhores fases de minha pré-adolescência, com minha turma de amigas, em Cajuru. Lá se foi nosso ídolo, meninas.

Morre aos 57 anos o ator Patrick Swayze
Astro de 'Dirty dancing' foi vítima de câncer no pâncreas.
Ele vinha lutando contra a doença fatal desde 2008.

O ator Patrick Swayze morreu nesta segunda-feira, 14 de setembro, aos 57 anos, após uma batalha de quase dois anos contra um câncer no pâncreas. Sua assessora de imprensa, Annet Wolf, confirmou a morte do ator de "Dirty dancing" e "Ghost" e disse que ele estava ao lado da família."

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Cinema

sábado, setembro 12, 2009

Bebida, cigarros e nenhuma mesa de bar

Foi em casa que ela encontrou conforto. No corpo magro do marido descobriu o prazer verdadeiro, quente, irracional, amoroso, alucinante. Em pé, na cozinha, abriu a geladeira, pegou outra cerveja preta e acendeu um cigarro. Deu um gole. Doce como os momentos que a esperavam naquele quarto, naquela cama, com aquele homem, que seria para sempre o seu grande amor, o amante, o companheiro, o amigo, o pai de sua filha. Mais um trago e foi se deitar.

sexta-feira, maio 22, 2009

A Insustentável Leveza do Leite Desnatado

Por mais que digam o contrário, o leite desnatado chegou para ficar. Aonde não se sabe ao certo. Afinal, desde que o mundo é mundo, todo mundo bebe leite. Mas, para onde ele vai? "Se vou de táxi, chego mais rápido", afirma o Itambé. "Pobre", resmunga Molico.

Depois de uma baita chuva de granito (isso mesmo!), Parmalat chega ao estômago. Que estômago? Ops! O pó branco foi colocado na água, digo, no leite. E os bebês? Que bebam!

segunda-feira, abril 27, 2009

Blackout

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